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Quotes #2 - Retirados do livro: Lost e a filosofia

quarta-feira, 10 de outubro de 2012


Foram muitos os trechos que fiquei com vontade de compartilhar. Porém, para o post não ficar muito extenso e cansativo, selecionei apenas os mais interessantes. Espero que gostem!


Página: 20 ::::: Capítulo: 1.
[Quando fazemos um favor a alguém, nós esperamos frequentemente que um dia a pessoa nos retribua da mesma maneira. Se eu ajudo um conhecido, penso que algum dia ele me fará um favor em troca, se eu precisar. Ele me deve algo por causa de minha assistência prestada. Jane English observa, entretanto, que amizade não é isso. Os verdadeiros amigos não tomam nota dos favores que prestaram uns aos outros. A motivação deles não é ser recompensado um dia, e sim fazer o possível uns pelos outros. Os amigos não registram os favores prestados; eles se ajudam porque são amigos.]
     


Página: 126 ::::: Capítulo: 1.
[Para Sartre, os seres humanos estão “condenados a ser livres”, e ele insiste que a nossa liberdade é absoluta. Em outras palavras, Sartre não aceita a legitimidade dessa desculpa. Sartre dá o exemplo do soldado nazista que insiste: “Eu só estava cumprindo ordens”, “Eu não tinha escolha”. Mas você sempre tem uma escolha – sempre há alternativas!]
     


Página: 133/134 ::::: Capítulo: 12.
[A ideologia é como um par de óculos, que você não sabe que está usando. Você olha o mundo através das lentes, como se fosse o único modo de olhar. Não apenas você não sabe que está usando óculos, mas também não percebe que poderia ver o mundo de uma maneira diferente com outros óculos. A ideologia deixa de funcionar quando é vista como ideologia; para funcionar bem, ela deve ser sutilmente apresentada como “a verdade”, sem ser questionada. Uma ideologia reconhecida como tal perde o poder de construir nossa visão de mundo. Assim como os óculos, essa espécie de ideologia pode ser removida.]
     

O que você achou? Qual a sua preferida? Comente!


Lost e a filosofia

quarta-feira, 3 de outubro de 2012



Destino ou coincidência? Será que tudo realmente acontece por alguma razão, algum propósito maior? São estas e outras perguntas que os autores de “Lost e a filosofia” tentam responder.

          Hoje trago aqui uma indicação para os fãs da série “Lost”. Principalmente para aqueles que, assim como eu, se deliciaram com a série e não se conformaram dela ter acabado.

         O livro “Lost e a filosofia” mergulha na série através da filosofia, trazendo à tona discussões sobre as atitudes tomadas pelos personagens e relacionando-as com teorias filosóficas.

         E quem diria que alguns dos personagens principais haviam levado o nome de grandes filósofos?! John Lock, um dos personagens principais de Lost ganhou o nome completo de um grande filósofo. Assim também ocorreu com Danielle Rousseau, que ganhou o sobrenome do filósofo Jean Jacques Rousseau. Que relação esses personagens, assim como tantos outros, tem em comum com as teorias dos filósofos?

         Vale ressaltar também que quando este livro foi publicado (2008), apenas três temporadas estavam disponíveis. Portanto, as questões e interpretações apresentadas não incluem as últimas três temporadas. Acredito que este seja o único ponto negativo do livro.

        E vocês, o que acham de “Lost e a filosofia”?








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